Língua

 

Os movimentos realizados durante a produção das consoantes são mais pronunciados do que em relação às vogais. Para as últimas, o ápice (ponta) da língua tem contato (discreto, não forçado) com os alvéolos dentários inferiores, mesmo quando o dorso se movimenta.


Para as vogais “ê”, “é” e “i” a língua assume uma posição anteriorizada. A movimentação do dorso da língua, por outro lado, deverá acompanhar o abaixamento da mandíbula (vogais restritas, semirrestritas, semiamplas e amplas).


Na vogal “a”, por exemplo, a língua encontra-se baixa e centralizada, com uma depressão sagital.


A língua tem movimentos horizontais e, portanto, o dorso da língua deverá ter mobilidade para recuar. É o que ocorre nas vogais “ó”, “ô” e “u” em que permanece não só recuado, mas, também elevado, portanto mais próximo da região palatina (também chamada de velar), sendo tais vogais denominadas, portanto, de vogais posteriores ou velares. Em português a vogal “ó” é a mais posterior.


A proximidade da língua em relação ao palato determinará a articulação da vogal baixa “a”, além de vogais altas (“i” e “u”) e médias (“ê”, “é”, “ó” e “ô”).

 

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